A nova casa da Nove

e de vários outros negócios locais

Estamos de casa nova, oba! Desde o início de agosto, a equipe da Revista Nove se uniu a várias outras equipes e empreendedores de negócios locais para compartilhar o espaço, ideias e experiências.

Na era do ‘vamos fazer juntos’, os coworkings ganham cada vez mais espaço e notoriedade. E foi para um deles que nós viemos, de mala, cuia, notebook e a roupa do corpo. : )

The House Coworking. O nome não poderia ser mais propício, porque é assim que temos nos sentido aqui: em casa. E a casa é completa e superestilosa, na pacata e charmosa rua Luiz Suplicy, no Gonzaga, em Santos.

Junto com a Nove estão outras 15 marcas, espalhadas em três salas, sendo duas compartilhadas para até oito pessoas. A casa, de três andares, também tem três salas de reunião; sala de treinamento com projetor e lousa interativa; área de convivência com café e água disponíveis; solário, com mesas e ombrelones e uma lanchonete fit.

Para os coworkers – frequentadores do espaço – tem bicicletário (a gente pira!); armários individuais; internet de alta velocidade; impressora multifuncional; gerenciamento de correspondências e central de recados telefônicos, além de vagas para carros.

O The House Coworking oferece vários planos de horas, que atendem desde o empreendedor individual que precisa usar uma sala algumas horas por mês ou agendar reuniões esporádicas, até empresas com quatro funcionários que usam o escritório diariamente.

Um espaço de trocas

Mais que escritórios compartilhados, os coworkings são espaços de troca, para compartilhar experiências e até projetos. A The House, especialmente, é um ambiente inspirador, muito bem decorado, superdescolado e que abriga uma galera realmente disposta a trocar.

A sala onde instalamos o nosso QG, por exemplo, é ocupada também pela turma da Orvalho Filmes e outros negócios ligados à criação e comunicação. Estamos ou não bem acompanhados?

Eduardo Ferreira, diretor criativo da Orvalho Filmes, foi um dos que escolheram a The House, juntamente com sua equipe, para ser a sede da produtora. Ele conta que optaram por um coworking por ser um espaço dinâmico, que permite ao empreendedor focar no que lhe é mais importante, seu negócio. “Além da comodidade de ter à disposição todos os serviços de um escritório convencional, existe um diferencial, que é a troca. Mais do que compartilhar espaço, o coworking permite compartilhar ideias, negócios e produtividade”, celebra.

Transitar pela The House durante o expediente é se abrir para novas relações e possibilidades de parcerias a todo momento. Aliás, uma correção: horário de expediente é algo que não existe por aqui, cada um faz o seu, já que a casa fica aberta até às 20h.

À noite, chega a turma ‘dos idiomas’ – ah, sim, a The House Coworking é a extensão da The House Idiomas, que fica do outro lado da rua – e traz ainda mais agito para a casa. Nada disso, porém, tira a seriedade do projeto e a garantia de que você conseguirá trabalhar em paz, concentrado. Todos produzem muito por aqui, o dia todo, todo tipo de coisa.

Lizandra Hernandez Louzada, idealizadora e gestora do espaço conta que a The House Coworking surgiu da necessidade de ocupar a casa, que ficava ociosa durante o dia – inicialmente o espaço foi alugado para comportar a crescente demanda de alunos da The House Idiomas, mas só era ocupado a noite. “Eu comecei a pensar em coisas que eu gostava de fazer e que faziam sentido para mim. Sempre gostei de conectar pessoas e já vinha estudando o conceito de coworking há bastante tempo. Então, fui juntando as ideias e me encanta muito estar em um espaço de trocas, onde pessoas compartilham ideais e se estimulam, inclusive fazendo negócios entre si”, explica.

Na The House, os coworkers podem receber visitantes para uma reunião em qualquer uma das salas que estejam disponíveis; na simpática área de convivência, com jardim vertical ou ainda no solário. Lá em cima, no sossego do terceiro andar, o único risco é encontrar outro coworker curtindo o visual com o seu notebook e uma long neck na mão.

Um brinde aos novos formatos de negócios! Um brinde compartilhado vale por mil.

Diego Brígido

Editor da Revista Nove