O que fazer em dias de chuva em Santos e região

Também é possível se divertir com chuva

Engana-se quem acha que a Baixada Santista não tem opções de passeios para os dias chuvosos.

Mas e aí? O que fazer em dias de chuva em Santos e Região? Nada como um belíssimo dia de sol para nos lembrar de como é lindo o nosso litoral, é verdade. Mas os dias de chuva e frio trazem um charme especial a esta região abraçada pela mata atlântica e cercada de monumentos históricos e equipamentos de lazer.

Nós elencamos oito opções para você curtir a região nos dias de chuva. Separe o guarda-chuva e vem com a gente.

Onde ir

Forte São João, em Bertioga

Forte São João, em Bertioga

A primeira fortificação construída no Brasil, pelos portugueses, em 1532, foi originalmente batizada de Forte São Thiago e erguida em paliçada – estacas de madeira ligadas entre si. Tombado em 1940, pelo Iphan, abriga um acervo variado, como a réplica de uma armadura medieval, espadas, arcabuzes, espingardas, coletes e capacetes de metal e canhões de murada, além da carta de batismo do Padre José de Anchieta e os votos solenes de Anchieta e Manoel da Nóbrega. A própria arquitetura da fortificação e a localização, à beira do Canal de Bertioga, já valem e a visita. Todos os dias, das 9h às 17h. Entrada franca. Av. Vicente de Carvalho, s/n – Parque dos Tupiniquins.

Acquamundo, em Guarujá

Acquamundo, em Guarujá

O maior aquário da América do Sul abriga cerca de 250 espécies, mais de quatro mil animais e 1.400.000 litros de água. Entre os destaques, o lobo marinho Lobinho, que se exibe em um tanque só dele; 20 pinguins de Magalhães, seis jacarés do Pantanal; uma cobra piton; a esquisita tartaruga mordedora, que sobreviveu à extinção dos dinossauros e lagarto africano. No tanque Oceano é possível mergulhar para interagir com tubarões, raias, tartarugas e imensos peixes, como robalos, e meros. No setor de toques, o visitante pode tocar em raias, ouriços anêmonas e estrelas. Crianças de 6 a 12 anos podem viver um dia de tratadores, alimentando os animais. Segunda a sexta, das 9h30 às 17h30; sábados, das 10h às 21h e domingos, das 10h às 19h. Com monitoria. R$ 39 | R$ 26 (até 12 anos) | R$ R$ 19 (idosos). Av. Miguel Estéfano, 2001 – Enseada.

Museu de Arte Sacra, em Santos

Museu de Arte Sacra, em Santos

Na entrada da cidade, ao pé do Morro São Bento, a construção erguida em 1650 para abrigar monges beneditinos, que funcionou até 1940 como Mosteiro de São Bento, abriga o Museu de Arte Sacra de Santos. Um rico acervo sacro e religioso espalha-se em mais de dez salas, tornando o MASS uma das principais instituições museológicas de arte sacra do Brasil. O visitante pode conhecer as celas dos monges e o claustro, única área externa do mosteiro, que servia para meditação. Imagens e pinturas barrocas de diversos santos, como Nossa Senhora Conceição, primeira arte barroca do Brasil, e adereços religiosos também compõem o rico acervo. A Capela de N. Sra. do Desterro, ao lado, é um atrativo à parte. Terça a domingo, das 10h às 17h. Com monitoria. R$ 5,00 R$ 2,50 (meia entrada). R. Santa Joana D’arc, 795 – Sopé do Morro São Bento.

Casa do Trem Bélico, em Santos

Casa do Trem Bélico, em Santos

A Casa do Trem Bélico é considerada o mais antigo prédio público de Santos. Entre 1910 e 1945, o edifício sediou o Tiro Brasileiro de Santos, nº 11 da Confederação Brasileira de Tiro. As linhas de tiro eram centros patrióticos que treinavam jovens para o cumprimento de seus deveres cívicos, com o objetivo de prepará-los para o caso de guerra. Hoje, abriga uma exposição permanente de armamentos históricos e, com sorte, os visitantes podem encontrar por lá o carismático Zé Corneteiro, figura que já retratamos na primeira edição da revista. Terça a domingo, das 11h às 17h. Com monitoria. Entrada gratuita. R. Tiro Onze, 11 – Centro.

Casa do Barão, em São Vicente

Casa do Barão, em São Vicente

Esta antiga chácara residencial, construída em 1925, foi residência do Barão Kurt Von Pritzelwitz. Tombada pelo CONDEPHAAT em 1988, é sede do Instituto Histórico e Geográfico da cidade desde 1972 e abriga uma área verde de 6500 m². Em suas quatorze salas estão representados os Estados brasileiros, com mapas artísticos, artesanato, exemplares da fauna, costumes indígenas, arqueologia e riquezas minerais. O acervo contém cerca de 1380 peças, algumas raríssimas, como o crucifixo do século XVI, amostras de pedras brasileiras, fósseis e peças do Mestre Vitalino, além de valiosa coleção numismática. O local também abriga atividades teatrais e aulas de pintura, música, fotografia, desenho e yoga. Segunda a sábado, das 9h às 18h. Entrada gratuita. Rua Frei Gaspar, 280 – Centro.

Teatro Serafim Gonzalez, em Praia Grande

Teatro Serafim Gonzalez, em Praia Grande

Com capacidade para 513 pessoas, está localizado dentro do Palácio das Artes, na entrada da cidade. Dispõe de elevador para portadores de necessidades especiais e tem um exuberante foyer de onde é possível apreciar através de vitrines instaladas em frente à mata atlântica, diversas espécies nativas animais e vegetais. O ambiente decorado com peças de cerâmica marajoara presta homenagem à professora Graziela Diaz Sterque, precursora da cena cultural de Praia Grande. A sala de espetáculo foi projetada com os melhores padrões acústicos e, por isso, tem recebido espetáculos teatrais e apresentações artísticas variadas. Fique de olho na programação. Av. Presidente Costa e Silva, 1600 – Boqueirão.

Centro Cultural Raul Cortez, em Mongaguá

Centro Cultural Raul Cortez, em Mongaguá

O centro da vida cultural da cidade foi inaugurado em 1996 e homenageia o ator Raul Cortez ainda em vida. Além de abrigar o Teatro Municipal Ronaldo Ciambroni, com capacidade para 320 pessoas, com apresentações teatrais e artísticas o ano todo, oferece cursos gratuitos de música, pintura, teclado, violão, violino, hip hop, ballet, jazz, dança de rua, dança do ventre, teatro, dança de salão e coral.  Av São Paulo, 3465 – Vera Cruz.

Aquário, em Peruíbe

Aquário, em Peruíbe

São 24 recintos, entre tanques, terrários, aquários e aquaterrários, com aproximadamente 80 espécies de animais, como invertebrados, peixes, anfíbios e répteis. O grande destaque está no tanque de contato, onde os visitantes podem tocar alguns animais com a orientação de monitores. O espaço abriga um minimuseu com exposição de animais taxidermizados, além de esqueletos e ossos de mamíferos marinhos. No auditório, com capacidade para 40 pessoas, são exibidos documentários a cada hora e desenhos, na sessão especial Infantil. Tem ainda um Núcleo de Educação Ambiental e uma loja temática. Segunda a sexta e domingo, das 10h às 18h e sábados e feriados, das 10h às 19h. R$ 9,00 | R$ 7,00 (crianças até 12 anos, professores e aposentados). Av. Gov. Mario Covas Jr, 204 – Praia do Centro.

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