SP-Arte 2019: evento é o principal de arte e design da América Latina

Foto: Ênio Cesar

O Festival Internacional de Arte de São Paulo começa no dia 4/04, e segue até 7/04.

Vamos te dar um bom motivo para subir a serra nos próximos dias: vai começar a SP-Arte 2019! O evento está em sua 15ª edição, e é considerado o principal de arte e design da América Latina, contando com a participação de galerias, instituições e artistas consagrados desse mercado. O Festival acontece no Pavilhão da Bienal, do Parque do Ibirapuera, e no dia 3/04, haverá uma prévia para convidados. De qunita a sábado (4 a 6/04), a visitação será aberta das 13h às 21h, e no domingo (7/04), das 11h às 19h. O valor da entrada é de R$50, com meia-entrada promocional de R$20.

Fernanda Feitosa, fundadora e diretora do evento, falou um pouco sobre a trajetória do SP-Arte. “Ao longo de seus quinze anos de existência, a SP-Arte ampliou sua missão e colaborou com a profissionalização do mercado e expansão do colecionismo no Brasil. Aos poucos, contribuímos para o desenvolvimento de toda a cena contemporânea e trouxemos à tona temas pungentes do mundo das artes”, contou ela.

Setor Geral

As galerias de arte mais influentes do mundo se reúnem em um só espaço durante a SP-Arte. Para a 15ª edição, retornam as estrangeiras como David Zwirner (Nova York), Neugerriemschneider (Berlim), Alexander Gray Associates (Nova York), Galleria Franco Noero (Turim), Galleria Continua (San Gimignano), Lisson Gallery (Londres) e Elba Benitez (Madrid).

As brasileiras de destaque no circuito internacional também marcam presença no evento. Entre elas, a Fortes D’Aloia & Gabriel (São Paulo, Rio de Janeiro), Mendes Wood DM (São Paulo, Nova York, Bruxelas), a Galeria Luisa Strina (São Paulo), Dan Galeria (São Paulo), Bergamin & Gomide (São Paulo), A Gentil Carioca (Rio de Janeiro),  Luciana Brito Galeria (São Paulo), Galeria Millan (São Paulo), Nara Roesler (São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York) e Vermelho (São Paulo).

 

 

Imagem: Vitor Pickersgill/Cortesia Stephan Doitschinoff e Janaina Torres Galeria

Setor OpenSpace

Uma novidade no Festival, o setor OpenSpace rompe com o formato clássico dos estandes, levando dezessete esculturas e instalações de quinze artistas para o lado de fora do Pavilhão, no Parque Ibirapuera. Galerias e artistas que participam do OpenSpace: Amelia Toledo (Brasil) – Galeria Marcelo Guarnieri (Brasil); André Komatsu (Brasil) – Vermelho (Brasil); Claudia Jaguaribe (Brasil)  – Casanova (Brasil); Daniel Murgel & C. L. Salvaro (Brasil) – Ybakatu (Brasil); Eduardo Navarro (Argentina) – Nara Roesler (Brasil); Elisa Bracher (Brasil) – Raquel Arnaud (Brasil); Hélio Oiticica (Brasil) – Arte 57 (Brasil); Janaina Mello Landini (Brasil) – Zipper Galeria (Brasil); Kishio Suga (Japão) – Mendes Wood DM (Brasil); Luciano Zanette (Brasil) – Verve Galeria (Brasil); Luiz Hermano (Brasil) – Galeria Lume (Brasil); Raul Mourão (Brasil) – Lurixs (Brasil); Saint Clair Cemin (Brasil) – Galeria Bolsa de Arte (Brasil); e Wagner Malta Tavares (Brasil)  – Galeria Marília Razuk (Brasil).

 

 

Foto: Sergio Guerini

Setor Solo

O setor Solo será inteiramente dedicado à produção artística da região latino-americana, com curadoria da chilena Alexia Tala. A ideia é desconstruir a visão eurocêntrica que a América Latina tem de si, propondo novos olhares. Artistas e galerias que participam do setor Solo: Alejandra Prieto (Chile) – Die Ecke Arte Contemporâneo (Chile); Ayrson Heráclito (Brasil)- Portas Vilaseca (Brasil); Feliciano Centurión (Paraguay) – Walden (Argentina); Fernando Bryce (Peru) – Espaivisor (Espanha); Jorge de León (Guatemala) – Proyectos Ultravioleta (Guatemala); Luis González de Palma (Guatemala) – Galeria de Babel (Brasil); Manata Laudares (Brasil) – Sé Galeria (Brasil); María Edwards (Chile) – Patricia Ready (Chile); Nicole Franchy (Peru) – IK Projects (Peru); Rafael Pagatini (Brasil) – Oá Galeria (Brasil); Randolpho Lamonier (Brasil) – Periscópio (Brasil); e Sandra Vásquez de la Horra (Chile) –  Galerie Bendana-Pinel (França).

 

 

Imagem: Ayrson Heráclito/cortesia Portas Vilaseca Galeria.

Setor Masters

Essa é a terceira edição do setor Masters, que até então era chamado de Repertório, e conta com curadoria de Tiago Mesquita. O objetivo da seção é apresentar ao público artistas ou trabalhos de algum recorte histórico que tenham sido pouco expostos. Na SP-Arte, o setor apresenta artistas do sul global dos anos 1950 e 1980. Artistas e galerias que participam do setor Masters: Analívia Cordeiro (Brasil) – Aninat Galería (Chile); Arthur Pereira (Brasil) – Galeria Estação (Brasil); Carlos Fajardo (Brasil) – Galeria Marcelo Guarnieri (Brasil); Carlos Zilio (Brasil) – Cassia Bonemy & Raquel Arnaud (Brasil); Fernando Zarif (Brasil) – Luciana Brito Galeria (Brasil); Lothar Charoux (Áustria) – Berenice Arvani (Brasil); Lygia Pape (Brasil) – Almeida & Dale (Brasil); Maria Leontina (Brasil) – Bergamin & Gomide (Brasil); Max Bill (Suíça) – Fólio Galeria (Brasil); Ridyas (Brasil) – Central Galeria (Brasil); Letícia Parente (Brasil) – Jaqueline Martins (Brasil); Rubens Gerchman e Pedro Escosteguy (Brasil) – Galeria Superfície (Brasil); e Yamandú Canosa (Uruguai) – Zielinsky Galería (Espanha).

 

 

Imagem: Luciana Brito Galeria

Setor Performance

Sob curadoria de Marcos Gallon, o setor Performance abandona um espaço específico para voltar a espalhar-se pelo Pavilhão da Bienal. Apresentam-se no setor Performance: avaf (assume vivid astro focus) (Casa Triângulo, Brasil) – alôca vudu avoa furiosaCadu (Vermelho, Brasil) – ClothoCristiano Lenhardt (Fortes D’Aloia & Gabriel, Brasil) – AtoritoleituralogoshJaime Lauriano (Galeria Leme/AD, Brasil) – Árvore nacionalJorge Soledar (Portas Vilaseca, Brasil) – A Morte do Boneco (Homenagem a Federico Garcia Lorca e Oração a Ogum); e Maria Noujaim (Galeria Jaqueline Martins, Brasil) – Ponto e Vírgula.

 

 

Foto: Jéssica Mangaba 

Design

O setor Design chega a sua 4ª edição e vai receber 45 expositores, se dividindo em cinco núcleos específicos: ModernoContemporâneoArquitetosDesigners Independentes e Antiquários. Destaque para peças e momentos icônicos da história do mobiliário, peças de nomes emblemáticos e essenciais do design brasileiro como Joaquim Tenreiro, Sérgio Rodrigues, Lina Bo Bardi Jorge Zalszupin e Zanine Caldas com contemporâneos como Jacqueline Terpins, Sollos, Hugo França e Ovo.

Um novo núcleo dedicado a peças de mobiliário assinadas por renomados arquitetos brasileiros apresenta destaques como Arthur CasasDado Castello Branco, Lia Siqueira, Jaime Lerner, Paulo Mendes da Rocha, Triptyque Rodrigo Ohtake. O núcleo de designers independentes retorna nesta edição revelando talentos como Plataforma 4, Noemi Saga, Ana Neute, Bianca Barbato e a internacional Vera Odyn (Rússia).

 

 

Foto: Ruy Teixeira

E muito mais...

E muito mais...

Além de todos os expositores, a Feira ainda vai promover uma série de atividades variadas como Talks, Circuito de Ateliês Abertos, Gallery Night e visitas guiadas temáticas e gratuitas. Você encontra mais informações, programação completa com horários e muito mais no site.

 

 

Foto: Ênio Cesar